segunda-feira, 28 de setembro de 2026

ASSUNTO X - SEDENTARISMO - III ETAPA - 8º ANO 2026

  SEDENTARISMO



O sedentarismo é uma condição crescente na sociedade atual, associada ao aumento do uso de tecnologias e à redução das atividades físicas diárias. Essa realidade impacta diretamente na saúde de jovens e adultos, aumentando a incidência de doenças crônicas como obesidade, diabetes e problemas cardiovasculares.

No mundo moderno, muitas pessoas têm levado uma vida sedentária devido ao uso excessivo de tecnologias e à falta de atividade física. Isso afeta não só a saúde física, mas também o bem-estar emocional.

O que é Sedentarismo?

Ø  Sedentarismo é a falta de atividade física regular, definida como menos de 150 minutos de atividade moderada por semana.

Ø  A vida sedentária é comum em crianças e adolescentes devido ao aumento das telas e da tecnologia.

Ø  O sedentarismo pode levar a problemas de saúde físico e mental, como obesidade e depressão.

 

Causas do Sedentarismo

 

  • Ø  Aumento do uso de tecnologia e das redes sociais.
  • Ø  Menor disposição para atividades externas e esportes.
  • Ø  Estilos de vida ocupados que não incluem exercícios físicos.

 

Sintomas do Sedentarismo

Ø  Fadiga e falta de energia durante as atividades diárias.

Ø  Aumento de peso e dificuldade em manter um peso saudável.

Ø  Dores musculares e articulares devido à falta de movimento.

 

Riscos do Sedentarismo

 

Ø  Sedentarismo aumenta o risco de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão.

Ø  Falta de exercício prejudica a saúde cardiovascular e o fortalecimento dos músculos.

Ø  Pessoas sedentárias têm maior chance de sofrer de ansiedade e estresse.

 

Efeitos Psicológicos do Sedentarismo

Ø  Aumento do estresse e da ansiedade devido à falta de atividade física.

Ø  Diminuição da autoestima e do bem-estar emocional.

Ø  Relação entre sedentarismo e depressão em jovens.

 

Soluções para o Sedentarismo

  • Ø  Incorporar atividades físicas nas rotinas diárias, como caminhar ou andar de bicicleta.
  • Ø  Participar de esportes e atividades extracurriculares que incentivem o movimento
  • Ø  Fazer pausas regulares durante atividades como jogos e estudos para evitar longos  períodos sem movimento.

ASSUNTO IX - OBESIDADE - III ETAPA - 8º ANO 2026

OBESIDADE



Segundo a organização mundial de saúde (OMS) o excesso de peso e obesidade é definidos como uma acumulação anormal ou excessiva de gordura, que apresenta riscos para
 a saúde.

A obesidade é considerada uma doença crônica, complexa e multifatorial, com um elevado impacto na qualidade de vida dos indivíduos, sendo um distúrbio nutricional muito prevalente na sociedade atual.

A obesidade pode ser considerada, na maioria dos casos, como uma doença multifatorial, que resulta de um balanço energético positivo, ou seja, pelo consumo de calorias superior aquele que é gasto pelo corpo, sendo o excesso de calorias armazenado pelo corpo sobre a forma de gordura, podendo afetar a saúde da pessoa.

Existem vários fatores que podem promover o desenvolvimento da obesidade, sendo que entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento de obesidade encontra-se uma alimentação inadequada e o sedentarismo.

Entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento da obesidade podemos destacar, por exemplo:

Ø  alimentação incorreta, com um elevado consumo de alimentos calóricos ou um consumo de quantidades de alimentos muito grandes;

Ø  sedentarismo;

Ø  patologias (doenças) – como por exemplo síndrome de cushing  e hipotireoidismo grave;

Ø  medicação;

Ø  genética;

Ø  psicológicos – pode existir associada a casos de distúrbios alimentares, como na ingestão compulsiva.

Para avaliar o peso de uma pessoa e perceber se está com obesidade ou excesso de peso, é utilizado um indicador, o IMC (índice de massa corporal).

O IMC pode ser calculado através da seguinte fórmula: peso (kg) / altura (m)2, ou seja, dividir o peso pela altura ao quadrado.

Este indicador permite avaliar o peso em função da altura da pessoa, sendo que em função do valor obtido podemos classificar o peso em:

•      Baixo peso IMC < 18,5

•      Peso normal IMC 18,5 - 24,9

•      Excesso de peso IMC 25 - 29,9

•      Obesidade IMC >30

•      Obesidade grau I (moderada) IMC 30-34,9

•      Obesidade grau II (severa) IMC 35-39,9

•      Obesidade grau III (mórbida) IMC >40

Apesar de o IMC ser uma ferramenta bastante prática e muito utilizada, só por si não permite fazer um diagnóstico de obesidade, isto porque apenas avalia o peso corporal da pessoa e não a sua composição corporal, ou seja, a forma como esse peso está distribuído. Este não avalia o peso em massa gorda (gordura corporal) ou em massa muscular, sendo que, por exemplo, uma pessoa com muita massa muscular pode ter um IMC indicador de excesso de peso sem ter excesso de massa gorda.

Riscos da obesidade


A obesidade é um grande fator de risco para o desenvolvimento de doenças não transmissíveis, que reduzem a qualidade de vida e aumentam a morbimortalidade, tais como:

Ø  Doenças cardiovasculares, como por exemplo hipertensão arterial e doença coronária isquémica;

Ø  Doenças metabólicas e endócrinas, como a diabetes mellitus tipo 2, síndrome metabólica e dislipidemia;

Ø  Doenças músculo-esqueléticas, como osteoartrite;

Ø  Doenças respiratórias, como a dispneia e a apneia do sono;
alguns tipos de cancro.

A alimentação deve ser adaptada à pessoa, tendo em conta o seu estilo de vida, ambiente familiar, assim como outros fatores individuais. Uma alimentação adaptada não só às necessidades nutricionais, mas também a todos estes fatores são essenciais para garantir uma boa adesão e consequente sucesso do plano alimentar.