quinta-feira, 6 de agosto de 2026

ASSUNTO VIII - FUTEBOL DE CAMPO - FUNDAMENTOS - II ETAPA 2026

 

FUNDAMENTOS DO FUTEBOL



Os fundamentos do futebol podem ser divididos em movimentos sem a bola, que envolve o posicionamento, a corrida, saltos e marcação, e os movimentos com a bola, como o passe, chute, drible, domínio da bola

Tipos De Dribles No Futebol



Chapéu e Caneta

 

Além desses dribles, o chapéu e a caneta são muito utilizados por jogadores desde o início do futebol, mas não há registros sobre quem foi o primeiro a executar cada um deles. Há algumas versões diferentes dos dois, como o chapéu com a sola da chuteira que Neymar aplicou em uma partida do Santos e as incontáveis canetas espetaculares de Messi. Caneta, rolinho, sainha, entre outros, é um drible de muito estilo que consiste em passar a bola no meio das pernas do adversário e recuperá-la atrás dele.

Drible Da Vaca

 

O drible da vaca é aquele em que o jogador em frente ao marcador toca a bola para um lado e passa pelo adversário do outro, retomando o controle da bola mais à frente. Quem inventou esse drible foi Eduardo Amorim, jogador do Cruzeiro e do Corinthians, na década de 70 e 80. O movimento giratório que o drible faz lembrava o giro do rabo da vaca. Inicialmente, foi assim que ele foi nomeado.

Elástico

É aquele em que o jogador toca com a parte de fora do pé na bola e em seguida com a parte de dentro, um movimento rápido e contínuo, sendo similar ao movimento do elástico que vai e volta. Ficou conhecido com Rivellino, mas quem criou foi Sergio Echigo, ex-ponta de família japonesa que atuou no Corinthians e no Bragantino na década de 60.

Pedalada

A pedalada consiste em passar os pés sobre a bola sucessivamente, do interior para o exterior. O inventor foi o holandês Law Adam, que jogou pelas seleções da Suíça e da Holanda, e pelo Grasshopper-SUI, na década de 1920. Aqui no Brasil, a autoria foi dada a outro jogador, que apareceu 40 anos depois: Leivinha, que passou pelo futsal antes de iniciar sua carreira nos campos. Ele brilhou na Portuguesa e no Palmeiras durante a décadas de 60 e 70, além de jogar pela seleção brasileira e se tornar ídolo do Atlético de Madri.

 

Corta-Luz

 

O corta-luz é um drible em que o jogador engana o adversário, fazendo a movimentação para receber a bola, mas deixa ela passar para outro companheiro. É um movimento clássico e, hoje, é usado na maioria dos esportes. No basquete, ele é considerado quase um elemento básico, como bater, arremessar ou passar bola. Embora não se saiba a autoria do drible no futebol, ele ficou mundialmente famoso a partir de 1970, quando Pelé o aplicou na semifinal da Copa do Mundo contra o Uruguai, deixando o goleiro completamente perdido. O lance se tornou um dos dribles consagrados do craque.

Condução da bola

Conduzir a bola significa saber se movimentar pelo campo tendo consigo a posse de bola. Ou seja, movimentar você e a bola ao mesmo tempo, ser perder o seu domínio.

Para isso, o jogador precisa desenvolver sua capacidade de posicionar o corpo de forma a movimentar a bola de maneira mais fácil, podendo acelerar ou diminuir seu ritmo conforme seu domínio sobre esse fundamento.

Passe (toque de bola)

É um dos fundamentos mais importantes desse esporte, afinal, trata-se de uma atividade coletiva. O passe, portanto, é o ato de impulsionar a bola para um companheiro.

Um bom passe, nesses termos, significa acertar o companheiro de maneira que facilite seu domínio da bola para que a jogada prossiga com maior facilidade. Um toque mais fraco ou mais forte que o necessário, ou em uma direção que dificulte o domínio, pode ser considerado um passe ruim.

Passe curto

O passe curto é a técnica mais básica e comum no futebol. É um passe rápido e preciso, normalmente realizado com a parte interna do pé, que permite manter a posse de bola e construir jogadas com maior controle.

Passe longo

O passe longo, como o nome sugere, é utilizado para percorrer grandes distâncias no campo. Esse passe pode ser executado com a parte externa, interna ou até mesmo com o peito do pé, dependendo do objetivo e da situação de jogo.

Os passes longos são indicados quando um jogador precisa mudar o ritmo e o foco do jogo, encontrando um companheiro de equipe em uma posição avançada ou atravessando o campo para surpreender a defesa adversária. 

Passe em profundidade

O passe em profundidade é uma técnica utilizada para penetrar a linha defensiva adversária, buscando alcançar um companheiro de equipe em posição de gol. Esses passes exigem visão de jogo e “timing” perfeito para serem eficientes.

Passe de calcanhar

O passe de calcanhar é uma jogada ousada e criativa, que consiste em tocar a bola com a parte de trás do calcanhar. Este tipo de passe pode ser difícil de prever e executar, exigindo habilidade e coordenação do jogador.

Chute

Pode ser resumido como o ato de acertar a bola com o intuito de marcar um gol ou impedir a progressão de uma jogada do adversário. É um fundamento muito semelhante ao passe, mas com objetivos distintos.

Chute rasteiro

O chute rasteiro é uma técnica simples, mas eficaz, que tem como objetivo principal colocar a bola no chão, fazendo-a rolar em direção ao gol. 

Como executar: Para realizar um chute rasteiro, o jogador deve posicionar seu corpo atrás da bola, apoiando-se no pé de apoio e, em seguida, chutar a bola com a parte interna do pé, fazendo-a rolar rente ao gramado.

Quando usar: Esse tipo de chute é especialmente eficaz em situações de finalização dentro da área, quando a bola está próxima ao gol e há pouco espaço para se armar um chute forte ou alto.

Chute de efeito

O chute de efeito é uma técnica que permite ao jogador dar curvas na bola, dificultando a defesa do goleiro. 

Como executar: Para realizar um chute de efeito, o jogador deve posicionar seu pé de apoio ao lado da bola e, em seguida, chutar a bola com a parte externa do pé, gerando efeito e curvatura na trajetória.

Chute de efeito

O chute de efeito é uma técnica que permite ao jogador dar curvas na bola, dificultando a defesa do goleiro. 

Como executar: Para realizar um chute de efeito, o jogador deve posicionar seu pé de apoio ao lado da bola e, em seguida, chutar a bola com a parte externa do pé, gerando efeito e curvatura na trajetória.

Chute de meia-bicicleta

O chute de meia-bicicleta é uma técnica acrobática que consiste em chutar a bola no ar, com o jogador parcialmente invertido. Esse tipo de chute é raro e exige habilidade e coragem, mas pode resultar em gols memoráveis.

Recepção ou domínio de bola

Por fim, falemos da recepção (que nem sempre recebe a devida atenção). Trata-se da ação de interromper a trajetória da bola mantendo-a em seu domínio. É um dos fundamentos mais importantes, pois um bom domínio de bola pode acelerar muitas jogadas e facilitar a prática e entendimento das demais técnicas do futebol.

Cabeçada



O cabeceio é praticamente um chute, só que com a cabeça. Seus objetivos também são parecidos com o chute, podendo ser utilizado para marcar um gol ou impedir o prosseguimento de jogada do adversário. Além disso, a cabeça também pode ser utilizada para realizar um passe ou até uma recepção, quando necessário.

ASSUNTO VII - FUTEBOL DE CAMPO - II ETAPA 2026 - 8º ANO

  FUTEBOL DE CAMPO



POSSÍVEIS ORIGENS DO FUTEBOL

O futebol é um dos esportes mais populares no mundo. Praticado em centenas de países, este esporte desperta tanto interesse em função de sua forma de disputa atraente. Contudo, sua real origem permanece desconhecida. Mesmo assim, há algumas possibilidades para o seu surgimento.

NA CHINA – CUJU/ TSU CHU Dinastia Han (206 AC – 220 DC).




Na China Antiga, os militares chineses praticavam um jogo que na verdade era um treino militar. Após as guerras, formavam equipes para chutar a cabeça dos soldados inimigos. Com o tempo, as cabeças dos inimigos foram sendo substituídas por bolas de couro revestidas com cabelo.

Formavam-se duas equipes com oito jogadores e o objetivo era passar a bola de pé em pé sem deixar cair no chão, levando-a para dentro de duas estacas fincadas no campo. Estas estacas eram ligadas por um fio de cera.

Kemari

No Japão Antigo, foi criado um esporte muito parecido com o futebol atual, chamado kemari. Praticado por integrantes da corte do imperador japonês, o kemari acontecia num campo de aproximadamente 200 metros quadrados. A bola era feita de fibras de bambu em entre as regras, o contato físico era proibido entre os 16 jogadores (8 para cada equipe). Historiadores do futebol encontraram relatos que confirmam o acontecimento de jogos entre equipes chinesas e japonesas na antiguidade.

Epyskiros


Na Grécia Antiga, a primeira referência ao epyskiros vem do livro Sphairomachia, de Homero, publicação grega só sobre esportes com bolas. Nele é citado o epyskiros, um esporte disputado com os pés, num campo retangular, por duas equipes de onze jogadores. O número desses, porém, podia mudar de acordo com as dimensões do campo. Podia-se ter até 17 jogadores de cada lado, como acontecia no século I a.C. em Esparta. A bola era feita de bexiga de boi e recheada com ar e areia, que deveria ser arremessada para as balizas, no fundo de cada lado do campo.

Harpastum


Descendente do epyskiros, o harpastum foi um esporte praticado por volta de 200 a.C., na Roma Antiga. O harpastum era disputado num campo retangular, divido por uma linha e com duas linhas como meta. A bola, feita de bexiga de boi, era chamada de follis. O harpastum era um exercício militar, o que fazia uma partida poder durar horas. Com as conquistas romanas, ele foi difundido por outras regiões da Europa, da Ásia Menor e do Norte da África.

Pok ta Pok

Entre os anos de 900 e 200 a.C., na Península de Iucatã, atual México, os habitantes do Império Maia praticavam um jogo (pok ta pok) com os pés e as mãos. O objetivo do jogo era arremessar a bola num furo circular no meio de seis placas quadradas de pedras. Para os maias, jogar era participar na manutenção da ordem cósmica do universo e regeneração ritual da vida. Era um jogo de sorte e perícia, refletindo a vida. O esforço de equipe levava à partilha de comportamento e cultura. Na linha de fundo havia dois templos, onde o atirador-mestre (o equivalente ao capitão da equipe) do grupo perdedor era sacrificado.

Calcio


Não é por acaso que os italianos chamam o futebol de calcio. O esporte foi criado em Florença, e por isso é chamado de calcio fiorentino. As regras foram estabelecidas em 1580, por Giovanni di Bardi. O jogo passou a ser arbitrado por dez juízes, e a bola podia ser impulsada com os pés ou as mãos, e precisava ser introduzida numa barraca armada no fundo de cada campo. Não havia limite de jogadores (levando-se em conta o tamanho do campo, claro), por isso a necessidade de tantos juízes. O esporte se espalhou rapidamente por todo país, e hoje é uma festa anual em várias cidades da Itália.

Schrovetide

O primeiro registro de um esporte semelhante ao futebol atual nos territórios bretões vem do livro Descriptio Nobilissimae Civitatis Londinae, de Willian Fitztephe, em 1175. A obra cita um jogo durante a Schrovetide (espécie de Terça-feira Gorda), em que habitantes de várias cidades inglesas saíram à rua chutando uma bola de couro para comemorar a expulsão dos dinamarqueses. A bola simbolizava a cabeça de um invasor. Por muito tempo o futebol foi meramente um festejo para os ingleses. Lentamente o esporte passou a ficar cada vez mais popular.

Football

Em 1700, na Inglaterra, foram proibidas as formas violentas do futebol. O esporte, então, teve que mudar, e foi ganhando aspectos mais modernos. Em 1710, as escolas de Covent Garden, Strand e Fleet Street passaram a adotar o futebol como atividade física. Com isso, logo ganhou novos adeptos, que acabaram largando outros esportes populares, como o tiro desportivo e a esgrima. Com a difusão do esporte pelos colégios do país, o problema passou a ser os diferentes tipos de regra em cada escola. Duas regras de diferentes colégios ganharam destaque na época: um jogo só com o uso dos pés, e o outro com o uso dos pés e das mãos. Criou-se, assim, o football e o rugby, em 1846.

Com regras claras e objetivas, o futebol começou a ser praticado por estudantes e filhos da nobreza inglesa. Aos poucos foi se popularizando.

O campo deveria medir 120 por 180 metros e nas duas pontas seriam instalados dois arcos retangulares chamados de gol.

O profissionalismo no futebol foi iniciado somente em 1885. No ano seguinte seria criada, na Inglaterra, a International Board, entidade cujo objetivo principal era estabelecer e mudar as regras do futebol quando necessário. 

No ano de 1897, uma equipe de futebol inglesa chamada Corinthians fez uma excursão fora da Europa, contribuindo para difundir o futebol em diversas partes do mundo. Em 1888, foi fundada a Football League com o objetivo de organizar torneios e campeonatos internacionais

CRIAÇÃO DA FIFA

No ano de 1904, foi criada a FIFA (Federação Internacional de Futebol Association) que organiza até hoje o futebol em todo mundo. É a FIFA que organiza os grandes campeonatos de seleções (Copa do Mundo)

História do Futebol no Brasil


Nascido no bairro paulistano do Brás, Charles Miller viajou para Inglaterra aos nove anos de idade para estudar. Lá tomou contato com o futebol e, ao retornar ao Brasil em 1894, trouxe na bagagem a primeira bola de futebol e um conjunto de regras. Podemos considerar Charles Miller como sendo o precursor do futebol no Brasil.

O primeiro time a se formar no Brasil foi o São Paulo Athletic, fundado em 13 de maio de 1888.

No início, o futebol era praticado apenas por pessoas da elite, sendo vedada a participação de negros em times de futebol.

1950, a Copa foi realizada no Brasil, mas a seleção brasileira perdeu o título, em pleno Maracanã, para a seleção Uruguaia (Uruguai 2 x Brasil 1).

1950, a Copa foi realizada no Brasil, mas a seleção brasileira perdeu o título, em pleno Maracanã, para a seleção Uruguaia (Uruguai 2 x Brasil 1).

O regulamento do Mundial de 50 previa um quadrangular final para se chegar ao campeão. Formado pelos quatro vencedores dos grupos da primeira fase. Como o Brasil havia vencido suas partidas nas duas primeiras "rodadas" (as goleadas por 7 a 1 e 6 a 1 sobre Suécia e Espanha, respectivamente), a Seleção jogava pelo empate no jogo decisivo contra o Uruguai - que havia derrotado a Suécia (3 a 2), mas empatara com a Espanha (2 a 2).

Em 50, pela primeira vez a Fifa autorizou os jogadores a usarem camisas numeradas. Ajudando assim aos torcedores identificarem seus ídolos.

A derrota para o Uruguai no Maracanã foi a última partida pela seleção brasileira de vários titulares da decisão. Casos do capitão Augusto, do zagueiro Juvenal, do lateral Bigode e do ponta-esquerda Chico (o goleiro Barbosa jogaria apenas mais uma vez pela Seleção, em 1953).

E marcou também a despedida do uniforme branco dos Mundiais. Com a decepção pela perda do título no Maracanã, o Brasil já atuou de amarelo na Copa seguinte, na Suíça, quatro anos depois.

A Copa do Mundo, a maior competição de futebol que existe atualmente, é organizada pela Fifa a cada quatro anos e tem o Brasil como o grande campeão, com cinco títulos.

CURIOSIDADES DAS COPAS DO MUNDO


Na copa de 1934 o Brasil passou da primeira fase sem jogar, pois o Peru, seu único adversário, desistiu .

Primeiro gol brasileiro em Copas do Mundo foi marcado por Preguinho, contra a Iugoslávia (17/07/1930).

Os Holandeses também desenvolveram seu estilo na Copa de 70, o chamado "futebol total", onde os jogadores eram atacantes e defensores ao mesmo tempo.

A primeira seleção a receber a Taça da Copa do Mundo da FIFA foi a da Alemanha Ocidental, em 1974

O Brasil foi finalista de maneira consecutiva em 1994, 1998 e 2002, vencendo a Itália nos pênaltis (1994) e a Alemanha (2002) e sendo derrotado pela França (1998). Um destaque interessante é que o Brasil é a única seleção que participou de todas as Copas do Mundo já organizadas.

Em 29 de junho de 1958, no estádio Råsunda, em Estocolmo, o Brasil se juntava à lista de campeões mundiais, formada até então por Uruguai, Itália e França. A equipe escalada por Vicente Feola entrou em campo determinada a levar o Brasil ao topo do futebol mundial. 

Para conquistar a Copa do Mundo da Suécia, não bastava a genialidade de Garrincha e Pelé, o maior jogador de todos os tempos. Era preciso também contar com a segurança de Gilmar debaixo das traves, da liderança de Bellini na zaga, da inteligência de Nilton Santos e da força de Djalma Santos nas laterais, sem esquecer do entendimento de jogo de Zagallo e da técnica apurada de Didi, eleito o melhor jogador da Copa. A Garrincha e Pelé caberia a tarefa de comandar o ataque do Brasil, com a imprevisibilidade do camisa 7 e a excelência do camisa 10.

Em 29 de junho de 1958, no estádio Råsunda, em Estocolmo, o Brasil se juntava à lista de campeões mundiais, formada até então por Uruguai, Itália e França. A equipe escalada por Vicente Feola entrou em campo determinada a levar o Brasil ao topo do futebol mundial. 

Para conquistar a Copa do Mundo da Suécia, não bastava a genialidade de Garrincha e Pelé, o maior jogador de todos os tempos. Era preciso também contar com a segurança de Gilmar debaixo das traves, da liderança de Bellini na zaga, da inteligência de Nilton Santos e da força de Djalma Santos nas laterais, sem esquecer do entendimento de jogo de Zagallo e da técnica apurada de Didi, eleito o melhor jogador da Copa. A Garrincha e Pelé caberia a tarefa de comandar o ataque do Brasil, com a imprevisibilidade do camisa 7 e a excelência do camisa 10.

O Brasil mudou muito pouco para chegar ao bicampeonato. A principal troca foi no comando técnico: saiu Vicente Feola, entrou Aymoré Moreira. O que ninguém imaginava é que Pelé sofresse séria contusão na segunda partida. Mas Garrincha foi Pelé e foi Garrincha. A Copa foi do Mané e do Brasil.



Em 1970 no Estádio Azteca do México, a seleção brasileira sagrou-se a primeira tri campeã mundial de futebol e conquistava por definitivo a taça Jules Rimet. Venceu a Itália na final com um jogo coletivo fantástico e gestos com o de beijar a taça feito pelo capitão Carlos Alberto, Pelé ser coroado o rei do futebol e Jairzinho fazer gols em todos os jogos, ficaram marcantes na memória do torcedor brasileiro.

O Brasil voltou a ser campeão mundial 24 anos depois do tricampeonato. Com um time sólido na marcação e fortalecido por uma dupla de ataque rara, com Bebeto e Romário, a Seleção superou a enorme desconfiança que a cercava e, pouco a pouco, ganhou corpo na briga pelo título.

Comandado por Luiz Felipe Scolari na beira do gramado e pela dupla Ronaldo e Rivaldo dentro de campo, o Brasil fez história ao ser a primeira seleção pentacampeã da Copa do Mundo e até hoje a única com cinco estrelas.